Gabriel e Meursault!

“Disse-me ele: “É interessante (ou trágico) observar que quando a sociedade não se mobiliza contra as pequenas restrições à liberdade” (Jackson Vasconcelos)

No talento. Na marra, não.

“Por aqui, neste momento a democracia está em risco sim e sempre esteve no mundo todo, todo o tempo, porque ela é uma das coisas que quando se tem não se valoriza.” (Por Jackson Vasconcelos)

Menos Estado, mais eficiência

“Diante disso, precisamos parar de falar em aumentar o Estado e o gasto do governo e começar a falar em eficiência do gasto público.” (Por Caetano Roberti para Coluna do IEE)

Amoêdo é [oficialmente] o passado do NOVO

“Finalmente, o cerco fechou a um ponto que sobraram apenas duas alternativas a este cidadão: pedir a desfiliação ou ser expulso.” (Por Raphael Penteado para a Coluna Debate Aberto)

O Pastor amoroso

“Dentre todos os heterônimos, Caeiro, apesar da baixa escolaridade e da morte prematura, aos 26 anos, figura como o mestre inconteste para todos eles, inclusive para o ortônimo.” (Por Katia Magalhães)

Incentivando boas ideias

“Dois anos após a sua aprovação, já é possível verificar os impactos benéficos na cidade do Rio de Janeiro – e outras cidades ainda serão beneficiadas, caso o marco se mantenha firme e os investimentos sigam sendo realizados.Dois anos após a sua aprovação, já é possível verificar os impactos benéficos na cidade do Rio de Janeiro – e outras cidades ainda serão beneficiadas, caso o marco se mantenha firme e os investimentos sigam sendo realizados.” (Por Miguel Pretto para Coluna do IEE)

É hora de voltar ao jogo

“O governo do Lula, eleito com a ajuda dos liberais de araque que arrumaram todo tipo de desculpas para justificar o voto nele, será ruim o suficiente” (Por Jackson Vasconcelos)

O Partido Novo

Não poucas vezes, escrevi sobre o Partido Novo e sobre João Amoedo. Hoje é só mais uma. Incomodo-me com o partido porque conheço bem como os partidos funcionam e permaneço com a percepção de que o Novo pode ser uma alternativa para pessoas que desejem participar da política sem o preço que a política às […]

Perdeu mané!

“Perdi, porque sou mesmo um mané, a ponto de entregar o meu voto a qualquer um que passa por mim a contar histórias de compaixão, de amor aos pobres.” (Coluna do Jackson Vasconcelos)

Adeus, Lênin!

“Agarrados à suposta segurança provida pelo Estado, nós, humanos, chegamos a dar narrativas rocambolescas aos fatos, apenas para não ferir nossas crenças. Foi o caso, no longa “Adeus, Lênin!”, do momento em que a mãe escapa ao seu ninho, depara com o novo cenário, e ouve do filho que os ocidentais estariam em migração maciça rumo à DDR, exaustos que estavam de tanto trabalharem em prol do lucro capitalista. Para corroborar a explicação, o jovem grava um último vídeo que assiste ao lado da mãe, e, nessa cena, a comovente troca de olhares entre ambos soou, para mim, como um agradecimento implícito da senhora pelos esforços do rapaz em tornar a realidade mais palatável. Gratidão daquela que, após experimentar os horrores do regime, teve de incorporar o fundamentalismo socialista como sua única verdade possível.” (Coluna da Katia Magalhães)

O Governo do se

“O Governo do se”: “Lula venceu e com ele, o Estado brasileiro, que a partir de 2018, andou nas trilhas de se tornar menos interventor. E antes mesmo da posse do presidente eleito, já estamos vendo que o Estado quer vingança. Pretende ser maior, para recuperar o pouco, pouquíssimo espaço que perdeu. […] Mas, há o que fazer agora, depois do resultado da eleição? Há. A Democracia […] tem seus instrumentos para fazer com que a sociedade recupere o bom senso. Ela define que quem vence eleições governe e quem perde, faça oposição, fiscalize, não só para o povo não ser roubado, mas para evitar que dele se tome, sob qualquer argumento, mais do é necessário para que o estado – agora sim com ‘e’ minúsculo, garante segurança pública e segurança jurídica, suas funções essenciais e únicas.” (Coluna do Jackson Vasconcelos)

Os juízes e o caneco

“Foi-lhe permitido retornar ao esporte. Os adversários que sofreram lesões continuam no departamento médico, alguns deles não poderão mais jogar.” Por Guilherme Rocha para a Coluna do IEE.

De Collor a Bolsonaro

“A esquerda procurou um líder para enfrentar o ‘cara da direita’. Não encontrou. Então, trouxe quem tinha para o embate. Lula estava solto e doidinho para assumir o papel. Ou foi solto só para cumprir o papel. Não se sabe, porque esse segredo está guardado a sete chaves na consciência de quem decidir anular os processos e soltar o preso.  […] Jair Bolsonaro levou o povo às ruas, tendo como tema o risco das urnas eletrônicas e não a crítica à decisão do STF que colocou Lula na disputa. Contra as urnas, o presidente falou no comício do Dia da Independência em 2021; falou na reunião com os embaixadores, falou nas trocentas lives que fez. As urnas viraram a obsessão de Jair Bolsonaro e de seus aliados.  A imprensa, tomada pela esquerda e hostilizada todo o tempo pelo Presidente, abriu mão da defesa da liberdade de expressão e dos colegas que estão à direita nas fileiras de Jair Bolsonaro, porque vale tudo para derrotar o ‘odiento’ presidente. Em nome do ódio a ele, para a imprensa, passou a valer a pena abrir mão da liberdade.” (Coluna do Jackson Vasconcelos)

Lula, o Presidente dos Baianos, de Gil e Caetano

“Lula venceu porque a Bahia lhe deu a vitória. O resultado final do embate nacional entregou a ele 2.139.645 votos a mais e só na Bahia ele conquistou 3.740.787 eleitores mais que Jair Bolsonaro. Os baianos anunciaram o resultado em 2018, quando deram ao candidato Fernando Haddad, por delegação do Lula, o mesmo percentual de votos que entregaram ao titular nesta eleição. […] Ora, Jair Bolsonaro não deixou por um momento sequer, depois de eleito, de fazer campanha pela reeleição. Por que não se lembrou da Bahia? […] Jair Bolsonaro esqueceu a Bahia. Deixou-a por conta dos Magalhães em declínio, no confronto direto com Caetano, Gil e Bethânia. Jair Bolsonaro deixa para os políticos a lição: uma campanha eleitoral sem estratégia é um risco que poderia ser evitado.” (Coluna do Jackson Vasconcelos)

Romance Distópico

“O movimento de censura se diz tão ultrademocrático que, para defender a democracia, ele é capaz de sacrificar tudo, até mesmo a democracia.” (Coluna do IEE – Por André Marchesi)

Aos liberais de araque

“Será que tudo o que vi, ouvi e assisti acontecer no Brasil durante os governos do PT foi fruto da minha imaginação? […] Tem muito liberal de araque por aí a dizer que tudo o que os agentes do Estado Brasileiro fizeram e têm feito é perdoável, pois, afinal, é fundamental que se possa continuar a brincar de ser oposição. Faltam poucos dias para que o povo brasileiro diga se está preparado para mostrar aos seus filhos, aos que ainda não podem votar, se é bom que devolvam o lápis do coleguinha.” (Coluna do Jackson Vasconcelos)

O Império dos sentidos

Em artigo publicado no Boletim da Liberdade, Katia Magalhães relembra o episódio de suposto sexo grupal ocorrido no Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, e traz uma crítica ao que chama de “inércia conivente do mundo adulto com a sexualização precoce e os estragos dela decorrentes”. “A quem interessa disseminar o exemplo […] no país onde o populismo só se perpetua graças à ignorância de uma massa paralisada pela bestialização?”, completa.

O debate

Gente, ontem, ao assistir o debate entre Jair Bolsonaro e Lula lembrei muito dos dois debates promovidos pela TV Globo na campanha de 1989. O primeiro debate foi vencido por Lula. O segundo, por Collor, que no intervalo entre um e outro preparou o ambiente para desequilibrar Lula. Lula continua o mesmo, mais experiente sem […]

Respeita o resultado

*Fernanda De Gasperin Numa busca rápida no Google pelo termo “eleição”, um dos resultados apresentados é um site chamado “Respeita o resultado”. No site, pronunciamentos de diversas personalidades em defesa da democracia. Antes que você prossiga: não, este não é um artigo para questionar as urnas eletrônicas, mas sim o processo que vem bem antes […]